Carta enviada à ABL protestando contra o título de Imortal a um dos mais sujos e corruptos políticos do Brasil.
FORA DA ABL SARNEY


Quero expressar minha profunda decepção com a postura passiva da Academia Brasileira de Letras diante dos fatos negativos que cercam e norteiam a vida pública e política de um de seus membros.
 
Estou falando do Senador José Sarney. Que pode enganar a todo o povo brasileiro, que infelizmente é inculto, ignorante e alienado, mas não a vocês que são intelectuais.
 
Os membros da Academia Brasileira sabem melhor que muita gente no Brasil o quanto ele é corrupto, cínico, hipócrita e demagogo. O quanto enriqueceu às custas da miséria e do sofrimento de um povo e que cinicamente publicou um livro entitulado "O Dono do Mar", que traduzindo quer dizer que ele é o Dono do Maranhão.
 
O estado do Maranhão é um dos menos alfabetizados do Brasil. Todos sabem que isso é herança da política nazista do "imortal" José Sarney.
 
Até hoje, por culpa de seu coronelismo e ditadura, ele priva as crianças e jovens do meu estado, de algo que teoricamente vocês mais deveriam prezar: a cultura, o conhecimento, a leitura, a educação e a informação. Sarney é dono do maior grupo de comunicação do Maranhão.
 
Portanto, não consigo aceitar que alguém como José Sarney seja imortalizado. Cadê a ética, o bom senso, a postura imparcial desta Casa?
 
Não consigo acreditar que alguém que é responsável pela ignorância de um povo seja imortalizado por uma entidade que representa a cultura, a literatura.
 
Fica aqui registrado o meu manifesto e a criação do movimento "Fora da ABL Sarney".
 
Obrigado
 

EU VOU VOAR 

Eu vou voar,
Eu vou tirar os meus pés do chão,
Eu vou voar!
Me dê sua mão e voe comigo,
Pois voar sozinho sei que não consigo, não!
Depois me beije quando chegar ao nosso destino.
Chegando lá vamos fazer amor.
Eu vou voar,
Eu vou tirar os meus pés do chão,
Eu vou voar!
Feche os olhos, sinta a brisa e confie em mim.
Vou levar você para bem longe do fim.
Onde vamos começar a escrever nossa história.
Ao seu lado sei que vou ser feliz.

Cláudio Maciel

Tolerância com os intolerantes

Outro dia li em um adesivo colado no vidro do carro de “Não Sei Quem”, a seguinte frase:
QUANTO MAIS CONHEÇO AS PESSOAS, MAIS AMO MEU CACHORRO.
Aquela frase me fez refletir sobre nossa vil condição humana, sobre como somos intolerantes. Sobre como somos paradoxos de nós mesmos o tempo todo. O quanto nos contradizemos.
Adoramos criticar os outros, encontrar defeitos, tentar convencer todo mundo de que estamos com a razão. E quando conseguimos, nos sentimos os donos da verdade.
Não nos damos conta de que logo mais adiante, uma situação pode nos colocar no lugar do criticado, podemos acabar revelando uma atitude desagradável, ou até mesmo termos que reconhecer nosso erro. Aí é o fim do mundo. Na maioria das vezes nos damos por vencido temporariamente, e nessa hora revelamos mais um defeito. Somos cabeças-dura.
Bom, a verdade é que vivemos divididos em dois mundos paralelos: o “Eu” e o “Eu mesmo”, um dando lugar ao outro alternadamente. Uma hora somos compreensivos, e às vezes quando não somos, ficamos putos quando algumas pessoas não compreendem o porque de não termos sido. Aí, perdemos uma chance de compreender quem não nos compreendeu.
O convívio diário com nossos semelhantes é um eterno exercício para evolução de nosso ser. É praticando a humildade, a tolerância, a compreenssão, que vamos melhorar as relações humanas. E consequentemente o mundo.
Tudo isso pode parecer utópico aos ouvidos de “Não Sei Quem”, mas, pelo menos, ter compaixão por um ser vivo, - mesmo que este ser vivo seja um cachorro - já é um começo.

Cláudio Maciel, publicitário
claudiomavas@bol.com.br

O Ciclo da Vida

Pergunto-me porque nós, homens, somos obrigados a conviver com a menstruação? Bom, a resposta é evidente: porque convivemos com mulheres. E mulheres menstruam. Mas precisamos de chegar aos detalhes?

Se para as mulheres, é indicio de que continuam férteis, de que o ciclo da vida ( possível) continua a existir dentro delas, para nós, é apenas um incomodo. Como, acredito, apesar de toda a significação, o seja também para elas. E se é um incomodo, com cólicas e alternâncias de humor, é também, além dos seios fartos, o fato  mensal mais importante da vida delas. Essa hipótese de procriar, de dar vida a alguém, melhor dizendo, ninguém (se menstruou), é, com certeza, um dos maiores trunfos da mulher. O único mal é que vem acompanhada da famosa tensão pré-menstrual, vulgo TPM.

Sabe aquele prato cheio de macarrão al sugo fervente que você levou na cara? Culpa da TPM. E aquele ramo de rosas que você trouxe no aniversário dela e ela esfregou na sua cara com espinhos e tudo? Culpa da TPM. O grande mal da TPM é a imprevisibilidade das reações, melhor dizendo das explosões.

Li não sei onde que pesquisadores da Universidade da Pensilvânia descobriram que o suor masculino pode influenciar o humor das mulheres.  Os feromônios masculinos ajudariam a reduzir o stress, induziriam o relaxamento e afetariam o ciclo menstrual.

Ao saber disso bolei uma maneira de escapar das iras têpêemicas, que repasso aos meus companheiros de infortúnio: quando ela avançar para você com os olhos injetados de sangue e a vassoura em riste, abrace-a fortemente, tendo o cuidado de fazer com que o rosto dela fique bem em baixo do seu sovaco. Segure firme que ela vai estrebuchar. Fique assim com ela por cinco minutos. Se o que os pesquisadores da Pensilvânia tiverem dito for verdade, sua mulher depois desse abraço, estará outra. Calma, sorridente e talvez, até, com o olhar ligeiramente perdido, enevoado. Agora, que fique bem claro que esse truque não funciona logo após você ter tomado banho.

Você pode também, preventivamente, deixar pendurada a camisa que usou na pelada de domingo Mas aí a escolha é sua: uma mulher irritada com a sua excentricidade ou uma mulher à beira de um ataque de nervos com desdobramentos  imprevisíveis.

Na verdade, acho que mulher não deveria ter nenhuma dessas complicações decorrentes da menstruação, nem sequer, menstruação. Tudo seria muito mais simples se a mulher, em vez desse sistema reprodutor sofisticado, chato e demorado dos mamíferos, colocasse ovos. Atenção, não estou chamando as mulheres de galinhas (se bem que existem), mas apenas constatando que o sistema de ovos seria muito mais simples e libertaria inclusive a mulher de uma longa gestação, já que qualquer um poderia chocar o ovo: o pai a mãe, a tia, a avó e até, uma chocadeira. Mais, se o joãozinho ou a mariazinha não fossem desejados, tudo poderia acabar em omelete.

Só sei de uma coisa: menstruação é um tremendo bode!

 

José Maria Eça de Queiroz, publicitário

Ecaqueiroz@bol.com.br
O "Xiri" é muito querido em São Luís do Maranhão!!!

 

Tenho uma teoria para esclarecer de uma vez por todas qual a origem do nome "Xiri" em São Luís do Maranhão.
Pra quem não sabe, "Xiri" é uma expressão muito difudida, quero dizer, difundida por essas bandas. Para nós ludovicenses, é o mesmo que xoxota, buceta, pastel de cabelo, capô de fusca, racha, xana, xereca, carne mijada, boca cabeluda, etc... Acho que para os íntimos ficou claro.

Ah! Um detalhe importante para o melhor entendimento da minha TAA (Teoria Atropológica Achista), é que São Luís é a única capital brasileira fundada pelos franceses. Não esqueçam disto.

Pois bem. Moro no Rio de Janeiro há 5 anos, e no carnaval do ano passado (2003), estava na Banda de Ipanema com alguns amigos que me apresentaram uma francesinha. Gente fina ela. Num bate papo rápido com ela, falei do fato de SLZ ser a única capital brasileira....blá, blá. Ela achou maneiro e tal e o papo se prolongando. Claro que como bom brasileiro, na primeira oportunidade que tive fui logo ensinando os significados de alguns palavrões e expressões de nosso cotidiano. E qual era uma das expressões? Qual? Qual? XIRIIIIIIIIIIII!!!

Na hora ela arregalou os olhos surpresa. Acho que ela não entendeu bem e perturbada com minha explicação, disse?
- Mas, na Fanrrança, cherry querr dizerrr querrido. (Coitadinha. Tão inocente.)

Quem arregalou os olhos desta vez foi eu. E no estágio já intermediário de minha embriaguez, disse pra ela:
- Então? É isso mesmo. É tudo a mesma coisa. Tem tudo a ver...rs. Lá em São Luís, Xiri é uma coisa muito querida também. E põe querida nisso.

Logo concluí que a origem do nome "Xiri" vem do francês "Cherry" que em português quer dizer querido.

Caraca. Como tinha alguns amigos meus de São Luís ouvindo o papo, a gargalhada foi geral. Meu amigo João, que também estava meio travado de tanta cerveja, passou mal de tanto rir.

Já quase no fim da festa, uma xirizuda me deu mole, mas, não foi a francesinha. Já era quase 1h da manhã. Levei ela para as areias da praia de Ipanema e...

Bom, mas isso já é outra história....He He He

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